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Mostrando postagens com o rótulo Vida

Jesus - O teólogo dos pobres, publicanos, “pecadores” e marginalizados.

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Por Fábio Müller A vida de Jesus serve de inspiração e modelo em todos os aspectos, por que não no âmbito do ensino? É importante apontar que Jesus em sua época foi notavelmente um mestre em Israel. Haviam escolas rabínicas que serviam para educar desde a infância até a fase adulta. "A escola fundamental que as crianças frequentavam na sinagoga era conhecida pelo nome de BeitHa Sêfer, isto é, A Casa do Livro. Ali aprendia-se a ler, escrever, fazer contas e falar em público. Memorização, repetição e resolução de problemas eram os métodos pedagógicos mais usados na ocasião. As Escrituras, especialmente a Torá, formavam a base do ensino. O mestre e os alunos repetiam-na todos os dias, até que os textos ficassem bem memorizados. Os judeus do primeiro século estudavam, sobretudo, o Antigo Testamento. Para eles, aquele era sua principal fonte de ensino, aliás, tudo o que se aprendia partia das Escrituras. O cálculo matemático, por exemplo, era ensinado a partir do tempo de duraçã...

Viver - Um desafio nos dias atuais

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Por Fábio Müller A insatisfação com a vida tem feito parte da rotina de boa parte dos seres humanos nos dias atuais. Através de uma reflexão nos damos conta que somos também responsáveis por esta insatisfação, que por vezes é resultado do erro de tentarmos preencher o vazio das expectativas que nós mesmos criamos. Consequentemente desconsideramos completamente as chances de dar errado aquilo que planejamos. Quando não acontece da forma como queríamos surge a frustração, e dificilmente sabemos lidar com a mesma, pois também nos falta resiliência (capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas ). Há ainda outro agravante, o de tentar alcançar o modelo que a sociedade nos oferece. Os padrões de estética e de sorrisos (por vezes falsos) nas redes sociais; os padrões pelos bens de consumo (a terrível sensação de sermos aceitos por aquilo que possuímos); a pressão pelo curso superior e concursos pa...

Redes Sociais, para o bem e para o mal

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Por Fábio Müller Hoje as redes sociais são os meios de interação e comunicação mais eficientes e ágeis da contemporaneidade. As informações viajam em milésimos de segundos de um continente para outro, e assim, uma notícia se torna global em frações de segundos.  As principais plataformas de interação é de fácil acesso, simples manuseio, ágil e eficaz quanto ao propósito primário (interação social virtual), cumprindo assim o que se é prometido. Se tratarmos as redes sociais dentro da perspectiva de que a informação para muitos acaba sendo uma arma, isto por vezes até de forma involuntária, perceberemos que trata-se de uma arma de grande calibre, letal, e sem licença; Sim, sem licença de porte. Não há como regulamentar a situação. Existem normas, regulamentação para uso? Sim, porém depois de um enter, em milésimos de segundos, todos envolvidos nas redes de amigos terão acesso as informações postadas. Depois do enter, há possibilidades de denúncias para bloqueio e p...

Ricos pobres, pobres ricos.

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Por Fábio Müller Adam Smith, foi um filósofo e economista britânico nascido na Escócia. Considerado um dos pais da economia moderna, e talvez o mais importante teórico do liberalismo econômico.  A ideologia liberal defendida por Adam tinha o indivíduo como peça central de toda a dinâmica econômica, o que significa que o maior número possível de decisões econômicas são tomadas por indivíduos e não por instituições ou organizações coletivas. Este sustentava que todo o padrão da vida estava baseado no que chamava de a divisão do trabalho. Adam queria dizer que a vida só pode avançar quando cada um tem uma tarefa e a realiza e quando os resultados reunidos de todas as tarefas chegam a ser de domínio comum. O sapateiro faz sapatos, o padeiro pão, o alfaiate trajes; cada um leva a cabo sua própria tarefa e quando cada um se dedica a seu trabalho e o realiza com eficiência, o resultado é o bem total de toda a comunidade. Adam Smith ilustrou bem seu pensamento ao afirmar: "nã...

Maravilhosa Graça

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Por Fábio Müller A graça, o favor imerecido, o serviço dos céus em favor do desprovido ser humano, alcançando o humano, o torna agraciado. A graça, que é imensurável, pois mesmo tendo nos alcançado é profunda de compreender na sua integra. O que se sabe é que quando por ela alcançado o que era velho se faz novo, o que era dogmático e ritualista agora é um servo amoroso.  Atingido por ela, o que se faz é servir, sem medir, pois foi primeiramente servido. O humano agora ama, ama porque foi amado, e no amor aprendeu a amar.  A graça o mudou por dentro, ele é livre, não está preso a insuficiência da lei, tão pouco aos rituais da religião, ele faz as boas obras por ter a graça, e não para ter a graça, a graça o fez, Maravilhosa Graça, Graça de Jesus.

Há vida na Igreja

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Por Fábio Müller A vida sempre é eterna, embora denomina - se vida, o simples fato de existir. A vida está na proposta de Jesus: Eu sou a vida. Quem tem o Filho de Deus tem a vida, e esta, é abundante e eterna. A Igreja prega a vida, a Igreja é a representação visível do Deus invisível, dando ao mundo o seu testemunho de que, quem tem o Filho de Deus tem a vida eterna. A Igreja não pode ser tratada de forma pejorativa, ou de outra sorte, genérica. Nem tudo que se diz igreja, se refere de fato a Igreja de Jesus. A Igreja de Jesus foi edificada sobre o próprio Cristo, impossível assim de se desfazer, pois Ele é o alicerce infalível. A Igreja é um organismo vivo, que cresce naturalmente e foi designada para que a vida fosse difundida e proclamada através dela, para que as pessoas ouvindo o anuncio da vida possam sair da morte, através do sacrifício remidor, diga-se, a morte na cruz do Filho de Deus, Jesus - o autor da Vida. . Sendo a Igreja o corpo do Filho de ...

Ame

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A luz do Evangelho de Jesus segundo a narrativa de Lucas no capítulo 15 versos 1 e 2, percebemos como Jesus tratava a questão dos relacionamentos, e agregava as pessoas ao seu convívio.

O dialeto Mineirês

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“O mineiro, mineirês ou montanhês é o dialeto do português brasileiro falado na região central do estado de Minas Gerais. Essa variante, que ocupa uma área que corresponde aproximadamente ao Quadrilátero Ferrífero, incluindo-se a fala da capital, Belo Horizonte, é um dos dialetos mais facilmente distinguíveis do português brasileiro. Ele deve ser diferenciado do dialeto caipira, que cobre áreas do interior de São Paulo, Paraná e das regiões sul do próprio estado por receber influência do interior de São Paulo. A característica do dialeto montanhês apareceu durante o século XIX, após a decadência da mineração, quando o estado foi largamente esquecido (inclusive pelos próprios governantes estaduais que centralizaram, excessivamente, a administração do Estado à região central). Devido a esse isolamento, o estado sofreu influência do dialeto do Rio de Janeiro no sudeste, enquanto o sul e a região do Triângulo Mineiro, passaram a falar o dialeto caipira, de São Paulo (Com o “R” ...

O futuro segundo Jean-Marc Côté

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No final do século XIX, o francês Jean-Marc Côté e outros artistas resolveram ilustrar como eles imaginavam que seria a França no ano 2000. As ilustrações foram feitas originalmente para caixas de cigarros e mais tarde em forma de postais, que seriam mostrados na Feira Mundial em Paris, no ano de 1900. Porém, por dificuldades financeiras, o trabalho não chegou a ser exposto, ficando no limbo até o gênio Isaac Asimov publicá-lo em seu livro " Future Days: A Nineteenth Century Vision of the Year 2000 " em 1986. A série produzida por volta de 1900, retrata o pensamento futurista destes artistas, evidenciando 3 aspectos:  As Guerras. Boa parte das tarefas eram realizadas nos ares, tendo como auxilio asas e objetos voadores. Aparelhos que viessem viabilizar e facilitar o trabalho no campo e na cidade. Segue abaixo algumas imagens da série: Fonte Imagens: commons.wikimedia.org

O serviço como virtude do ser

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Por Emerson Monteiro Não a nada que alegre mais o nosso coração do que ver a felicidade que proporcionamos as pessoas, quando fazemos algo de bom para alguém. Servir dá trabalho, e o trabalho traz dignidade a vida humana. O filosofo Voltaire dizia “O trabalho espanta os três grandes males: o vício a pobreza e o tédio.” O trabalho nos enobrece, dá valor e alegra o coração do homem . Infelizmente servir não é e não tem sido a virtude de boa parte da nossa geração. Vivemos hoje dias de extrema disputa por espaço e o simples gesto de estender as mãos, de realizar em prol de outrem, está perdendo o seu valor. Talvez tudo o que uma pessoa precise é de uma mão amiga, ser amada e se sentir importante para alguém. Enquanto estivermos focados em nós mesmos, não poderemos exercer o essencial para que os outros possam experimentar a alegria e o amor. Servir pode ser um dom, mas não deixa de ser um chamado de todos. Quando paro para pensar nesta situação me vem à cabeça a oraçã...

Brasil Escravocrata - 9 Expressões que falamos oriundas do Período Escravocrata.

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Um dos períodos mais tristes da história do Brasil foi o Período Escravocrata, que se deu desde o período colonial até pouco antes do final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pela exploração da mão de obra de negros trazidos da África e transformados em escravos no Brasil pelos europeus colonizadores do país. Muitos indígenas também foram vítimas desse processo. A escravidão indígena foi abolida oficialmente pelo Marquês de Pombal, no final do século XVIII. Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo, assim, essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos. A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, pela princesa Isabel, então regente do Império, em nome de seu pai, o imperador Dom Pedro II. Durante o período escravocrata, surgiram ...

Os políticos e os macacos

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Por Fábio Müller   Ontem assisti novamente o filme Planeta dos Macacos - A Origem. (para quem não assistiu o filme, segue a sinopse - Clique aqui ) Há uma cena no filme que os macacos estão presos em jaulas e o tratador carrasco chega com uma gororoba e joga no coxo de alimentação dos animais. O macaco inteligente (devido a droga de um experimento) joga a gororoba na cara do tratador que o insultava. Mais tarde, devido a sua inteligência ele foge, vai a sala do tratador e furta um pacote de biscoito, usa o biscoito, a exemplo dos humanos, para conquistar os macacos (sem inteligência desenvolvida) para assim dar seguimento ao seu plano de se libertar e colocar em liberdade os outros animais daquela prisão. A diferença entre o macaco líder do filme e os humanos que tem o "poder", é que o macaco inteligente conquistou a confiança do "bando" para a liberdade do "bando", e visando o melhor para o "bando", diferente de boa parte (t...

Mudança

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Toda mudança drástica traz consigo um período de adaptação. Manhã de domingo, 3 de setembro de 1967. Ruas, avenidas, vielas, pontes e qualquer trecho trafegável do trânsito das cidades da Suécia estava literalmente sem um único veículo na pista. Nas vias, operários a todo vapor revelavam placas por detrás de plásticos, pintavam faixas, davam os últimos retoques em cruzamentos e alças de acesso novinhas em folha e se preparavam para uma data história e, ao mesmo tempo, inusitada. Na manhã seguinte, milhares de motoristas entortavam os neurônios imersos no seu primeiro contato com uma nova forma de percorrer o caminho para casa ou para o trabalho. Estavam escritos assim os primeiros capítulos do que é conhecido até hoje como o “Dagen H” ou “Dia H”, ou ainda o “dia da mudança de tráfego para a direita”, que, apesar da confusão preliminar ajudaria os suecos a marcarem o nome do país como uma das referencias em trânsito seguro no mundo. Outras duas mudanças em especial foram, sem...

A cruz do meio

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Por   Pr. Jonanias Menezes Preso, Injustiçado, Julgado. Severamente condenado, Perversamente maltratado, Jesus. Postíbulo, Madeiro negrejante Nele, expuseram Jesus. Cravejado na cruz, No postibulo cravado, Pregado na madeira Crucificaram Jesus. Gólgota, Monte caveira. No lugar do calvário Ergueram três cruzes. A cruz do condenado, A cruz do perdoado, E no centro, A cruz de Jesus. Numa cruz estava Cefas, Morreu condenado. Noutra cruz estava Dimas, Morreu perdoado. Na cruz do centro Jesus, Morto por ter me amado. Três Cruzes: A de Cefas, A de Dimas, E do meio; a minha, a sua cruz. Mas eis que nela... Crucificaram Jesus.

Perdas

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Por Fábio Müller  Em uma conversa com Thiago Soares No capitulo 15 do evangelho de Jesus segundo Lucas, encontramos três parábolas: A parábola da moeda perdida, que se perdeu por um fortuito. A parábola da ovelha perdida, que se perdeu pelo descuido. A parábola do filho perdido, que se perdeu por sua vontade. Nas perdas citadas nas parábolas, não enxergamos a morte, tão pouco a aniquilação. As perdas não são perdas, são porém situações momentâneas de algo que fugiu do lugar onde deveriam estar. A moeda foi procurada, tal qual a ovelha, porém o filho, o que saíra por vontade própria da casa do pai, não foi procurado, houve espera. Na vida há momentos de espera, o que esperamos, esperamos com confiança, ansiosos para que haja mudança, assim como houve com o filho, que caindo em si e não suportando mais comer com os porcos, decidiu entrar pela porta na qual saiu, a porta da liberdade de escolher. Na parábola o pai atesta que o filho estava "morto e reviveu"...

Abril

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Por Weber Müller Abril me chama à janela em seu primeiro amanhecer e aterrissa com charme num tapete de boas-vindas. Tanta coisa se fala sobre Abril que faz sentido entender este mês como aquele que abre caminhos. Pra começar, é o único do ano que foge à regra e tem nome que não termina com a letra O - fecha com L, de Liberdade, o que já o torna, de cara, apetitoso. Abril também é o mês de nascimento de Monteiro Lobato (1882). Em "Viagem ao céu”, ele diz que este é o melhor mês do ano “porque não é frio nem quente e não é o mês das águas nem da seca – tudo na conta certa”. Que assim seja! Salve, Abril! Shalom!

Março

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Por Weber Müller Sem pedir licença, o mês de março bate à porta e se acomoda em nosso cotidiano! Chegamos a um período assinalado por fronteiras e bem servido de significados. Na sala de estar de minhas esperanças, abrem-se as portas para o aconchego macio de gente que celebra a vida em grande estilo: desprendidos em sua bondade, rebuscados de energia que é combustível de reserva para lutar, sem intimidação, para enfrentar quem se interponha no caminho. Não por acaso, março é mês de ventos! É neles que estou jogando meus abraços e beijos estendidos a todos os "marcianos" do ano. Outra marca simpática de março é que, no dia 21, inaugura-se o Outono no Hemisfério Sul e, no Hemisfério Norte, a Primavera. Por aqui, caem as folhas; por lá, as flores brotam e, assim, mais um ciclo vital sinaliza que a graça de viver se compõe de desapego e renascimento. Que venham as águas de março, renovando o Aqui e o Agora de cada um de nós!

Entenda a diferença entre dengue, zika e chikungunya

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O Brasil vive uma epidemia de dengue com mais de 745 mil casos só neste ano. Mas esta não é a única doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti que tem trazido dor de cabeça às autoridades brasileiras. Nos últimos meses, o país passou a registrar casos de duas “primas” da dengue. Elas atendem pelos nomes exóticos de chikungunya e zika , são transmitidas pelo mesmo mosquito e têm alguns sintomas semelhantes. Mas não se engane: as doenças são diferentes. Veja a seguir quais são os sintomas de cada uma delas. Dengue Doença: Dentre as três, é a mais conhecida e presente no Brasil. O país vive hoje uma epidemia da doença com 367,8 casos para cada 100 mil habitantes registrados até o dia 18 de abril. Transmissão: O vírus da dengue é transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti.  Sintomas: Febre alta (geralmente dura de 2 a 7 dias), dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Nos caso...

O Evangelho anunciado através das MÃOS

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Uma nova língua dos Brasileiros: A Língua Brasileira de Sinais Por Hadassa Santos Você já pensou entrar em uma igreja evangélica brasileira e não compreender nada do que está sendo dito? Parece estranho, afinal, em nosso país é natural que se fale o Português. Mas, essa é uma situação corriqueira para muitos brasileiros e, principalmente no ambiente eclesiástico, nem todos tem o mesmo acesso à mensagem do Evangelho de Jesus em sua própria língua. Os dados do Censo demográfico de 2010 indicam que cerca de 9,7 milhões de brasileiros declaram ter deficiência auditiva. A deficiência auditiva severa foi declarada por mais de 2,1 milhões de pessoas. Destas, 344,2 mil são surdas e 1,7 milhão de pessoas têm grande dificuldade de ouvir. Os surdos no Brasil e no mundo são reconhecidos como aquelas pessoas que, por ter perda auditiva, compreendem e interagem com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua de Sinais. O...

Direito de amar

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Por Thiago Soares da Rocha Amar é gostar de fazer o bem. Não basta desejar o bem, é preciso fazê-lo. Não basta fazê-lo, é preciso gostar de fazer.  Quando tudo está bem amamos com facilidade. Quando somos amados damos amor com muita tranquilidade. Quando recebemos presentes, damos presentes. Quando somos ajudados, ajudamos também. Quando somos elogiados retribuímos o elogio. Quando alguém faz bem a nós, ficamos “eternamente gratos”. Sabemos retribuir o bem que recebemos, mas, que bem há em fazer o bem aqueles que nos fizeram bem? É quando as coisas vão mal que precisamos demonstrar amor. É difícil demonstrar amor a quem teve a oportunidade de ajudar, mas escolheu nos prejudicar. É difícil demonstrar amor a quem falou mal, manchou nossa imagem com histórias contadas com apenas um ponto de vista. É difícil demonstrar amor a quem não correspondeu às expectativas causando traição de nossa confiança.  O mundo é assim, ama a quem merece e odeia a quem não me...