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O grande pecado

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De acordo com os mestres do Cristianismo, o pecado principal, o supremo mal, é o orgulho. A falta de pureza, a ira, a ganância, a embriaguez e tudo o mais em comparação com ele, são ninharias. Foi pelo orgulho que o demônio tornou-se o demônio. O orgulho conduz a todos os outros pecados, é o estado mental mais oposto a Deus que existe. Se quisermos descobrir o quanto somos orgulhos, o método mais fácil é perguntar a nós mesmos: “Quanto me desagradada ver os outros me desprezarem, recusarem-se a me dar qualquer atenção, intrometerem-se em minha vida, tratarem-me com ares paternos, ou se exibirem com ostentação?”. O problema é que o orgulho de cada um compete com o orgulho dos demais. É porque eu queria ser o “destaque” da festa que me aborreço todo, quando um outro é que ficou em proeminência. Dois bicudos não se beijam. Bem, o que precisamos ver claramente é que o orgulho é essencialmente competidor; é competidor por sua própria natureza, enquanto que os outros pecados são, ...

Os profetas

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Uma análise das práticas dos profetas no Antigo Testamento, mas que tem significado para os dias atuais. Postado por Thalles Ricardo A maioria dos seres humanos creem em Deus, uns mais, outros menos. E essa maioria faz o que pode para manter Deus à margem de suas vidas. Se isso falhar, tenta-se moldar Deus para que ele se adapte às conveniências. Os profetas insistem em que Deus é o centro soberano: ele não está em algum canto, esperando o aceno ou o chamado. E os profetas insistem em que o tratemos exatamente como ele se revela, não como se imagina que ele seja. Esses homens e mulheres tentavam despertar o povo para a realidade da presença soberana de Deus no cotidiano. Eles esbravejavam, choravam, reprovavam, confortavam. Usavam as palavras com autoridade e criatividade, não importava se de forma áspera ou sutil. Não eram figuras populares. Eles nunca atingiam o status de celebridade e destoavam, decididamente, do temperamento e das tendências das pessoas com quem convivi...

A Igreja e sua relevância

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Por Thalles Ricardo Lembro-me em um domingo que tive a oportunidade de compartilhar com a igreja que pastoreava sobre este tema imprescindível para a igreja atual. Chamei uma jovem à frente, pedi que subisse sobre uma cadeira e que todos olhassem para ela. Naquele momento ela era relevante. Ser relevante (seguindo o velho costume dos pregadores de verificar a definição da palavra) significa: o necessário, o indispensável, que sobressai, que releva, importante. E naquela noite a reflexão foi de ser relevante no bairro onde a igreja está situada. A pergunta que ficou no ar foi a seguinte: “Se a igreja fechasse hoje, as pessoas do bairro sentiriam falta?” Acredito que em grande parte do sudeste brasileiro há um número surpreendente de igrejas. Cada dia surge novas denominações com “visões” diferentes, igrejas para todos os tipos, gostos e até, por incrível que pareça, opção sexual. Mas, que diferença faz? Tantos ministérios, igrejas, programações, reuniões. Qual o sentido de tu...